{"id":2794,"date":"2026-03-06T18:02:23","date_gmt":"2026-03-06T18:02:23","guid":{"rendered":"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/?p=2794"},"modified":"2026-03-06T18:02:23","modified_gmt":"2026-03-06T18:02:23","slug":"mulheres-participam-de-quase-metade-dos-artigos-publicados-em-dados-nos-ultimos-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/en\/mulheres-participam-de-quase-metade-dos-artigos-publicados-em-dados-nos-ultimos-anos\/","title":{"rendered":"Mulheres participam de quase metade dos artigos publicados em DADOS nos \u00faltimos anos"},"content":{"rendered":"<p class=\"qtranxs-available-languages-message qtranxs-available-languages-message-en\">Sorry, this entry is only available in <a href=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/pb\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2794\" class=\"qtranxs-available-language-link qtranxs-available-language-link-pb\" title=\"Portugu\u00eas do Brasil\">Brazilian Portuguese<\/a>. For the sake of viewer convenience, the content is shown below in the alternative language. You may click the link to switch the active language.<\/p><p><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em><span style=\"font-weight: 400;\">Giovanna Monteiro-Macedo (IESP, Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e Marcia Rangel Candido (CIES, Instituto Universit\u00e1rio de Lisboa)<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Embora mulheres tenham participado desde a primeira edi\u00e7\u00e3o de DADOS, publicada em 1966, a sua apari\u00e7\u00e3o entre autores de artigos variou expressivamente nas \u00faltimas d\u00e9cadas, ficando entre a casa dos 20% e dos 50%. Um dos melhores resultados que constatamos ocorreu em 2024, quando pelo menos metade dos textos divulgados na revista tinham no m\u00ednimo uma mulher assinando a autoria. Sabemos que nossa forma de apresentar os indicadores, contudo, \u00e9 otimista. Dizer que metade dos artigos publicados em nossa revista tiveram participa\u00e7\u00e3o de mulheres n\u00e3o \u00e9 o mesmo que afirmar que a maioria dos autores da revista \u00e9 deste grupo ou que as mulheres lideram as pesquisas, dois problemas que ainda s\u00e3o candentes na ci\u00eancia global. A maior participa\u00e7\u00e3o de homens na produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e o predom\u00ednio deles nos postos de maior poder do mundo acad\u00eamico ainda s\u00e3o caracter\u00edsticas profundas das desigualdades de g\u00eanero.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como j\u00e1 fizemos em diversas outras ocasi\u00f5es, neste texto especial para o 8 de Mar\u00e7o, convidamos o p\u00fablico leitor(a) a acessar as informa\u00e7\u00f5es de DADOS sobre a presen\u00e7a de mulheres na autoria dos artigos da revista. Este tipo de exposi\u00e7\u00e3o de indicadores segue diretrizes internacionais sobre a <\/span><a href=\"https:\/\/h2020.genderaction.eu\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/GENDERACTION_D11_Report-on-Strategic-advice-for-enhancing-the-gender-dimension-of-Open-Science-and-Innovation-Policy.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">quest\u00e3o de g\u00eanero na ci\u00eancia aberta<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, que sugerem a transpar\u00eancia e o monitoramento das desigualdades nos processos editoriais. Al\u00e9m de frequentemente divulgarmos evid\u00eancias da autoria de manuscritos publicados e submetidos \u00e0 revista, nossa editoria de replicabilidade tem coletado tend\u00eancias de g\u00eanero na partilha de bases de dados, que vem indicando leve vantagem para as mulheres (Schaefer, et al., 2026).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A presen\u00e7a de mulheres na Revista DADOS acompanha, em grande medida, as transforma\u00e7\u00f5es da pr\u00f3pria institucionaliza\u00e7\u00e3o das Ci\u00eancias Sociais no Brasil. Desde sua primeira edi\u00e7\u00e3o, em 1966, a revista contou com autoras entre seus colaboradores. J\u00e1 nesse momento inicial aparecem nomes de grande relev\u00e2ncia intelectual, como Maria da Concei\u00e7\u00e3o Tavares e Eli Diniz, indicando que, embora minorit\u00e1ria, a participa\u00e7\u00e3o feminina estava presente desde o in\u00edcio do projeto editorial.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na d\u00e9cada de 1970, DADOS publicou trabalhos de algumas das pesquisadoras que se tornaram refer\u00eancias na consolida\u00e7\u00e3o da Sociologia, da Ci\u00eancia Pol\u00edtica e das Rela\u00e7\u00f5es Internacionais no pa\u00eds. Nesse per\u00edodo, aparecem textos de Eli Diniz (com quatro artigos publicados), Maria Regina Soares de Lima (um artigo), Elisa Reis (um artigo), Argelina Figueiredo (um artigo) e Neuma Aguiar (cinco artigos). Apesar da import\u00e2ncia dessas contribui\u00e7\u00f5es, a presen\u00e7a feminina ainda era relativamente restrita, com apenas 29% das publica\u00e7\u00f5es da d\u00e9cada tendo alguma mulher assinando autoria.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nos anos 1980 observa-se um crescimento dessa participa\u00e7\u00e3o. A propor\u00e7\u00e3o de artigos escritos com participa\u00e7\u00e3o de mulheres chega a 37%, indicando uma amplia\u00e7\u00e3o gradual da presen\u00e7a feminina na produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica publicada pela revista. Esse avan\u00e7o, no entanto, n\u00e3o se mant\u00e9m na d\u00e9cada seguinte. Entre 1990 e 1999, o percentual de autoras caiu cerca de 10 pontos percentuais, atingindo 27% das publica\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nos anos 2000 h\u00e1 uma leve recupera\u00e7\u00e3o. Entre 2000 e 2009, as mulheres respondem por\u00a0 participa\u00e7\u00e3o em 33% dos artigos publicados. Ainda assim, a propor\u00e7\u00e3o permanece abaixo da registrada na d\u00e9cada de 1980, sugerindo que a amplia\u00e7\u00e3o da inser\u00e7\u00e3o feminina n\u00e3o ocorreu de forma linear.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A d\u00e9cada de 2010 marca uma mudan\u00e7a mais significativa nesse quadro. Entre 2010 e 2019, a propor\u00e7\u00e3o de mulheres que participaram em textos publicados na revista alcan\u00e7a 42%, refletindo um cen\u00e1rio mais equilibrado em termos de inclus\u00e3o em pesquisas e acompanhando transforma\u00e7\u00f5es mais amplas na composi\u00e7\u00e3o da comunidade acad\u00eamica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os anos mais recentes mostram, contudo, que essa trajet\u00f3ria continua sujeita a oscila\u00e7\u00f5es. Em 2020, a participa\u00e7\u00e3o feminina cai para 29%. Em 2021, h\u00e1 uma recupera\u00e7\u00e3o, com 43% dos textos com nomes de mulheres entre os autores. Nos anos subsequentes, os n\u00fameros permanecem relativamente est\u00e1veis, embora abaixo desse patamar, com 33% em 2022 e 36% em 2023.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um marco importante ocorre em 2024, quando, pela primeira vez na hist\u00f3ria da revista, as mulheres aparecem em pelo menos 50% das pesquisas publicadas, alcan\u00e7ando paridade de g\u00eanero nas edi\u00e7\u00f5es. No ano seguinte, 2025, esse percentual recuou para 40%, indicando que, embora avan\u00e7os importantes tenham sido conquistados, a presen\u00e7a feminina na publica\u00e7\u00e3o acad\u00eamica ainda apresenta varia\u00e7\u00f5es ao longo do tempo. Diante desse cen\u00e1rio, a Revista DADOS tem buscado adotar medidas institucionais voltadas \u00e0 promo\u00e7\u00e3o da diversidade. Entre elas, destacam-se: a produ\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de indicadores de g\u00eanero sobre autoria e submiss\u00f5es, ampliando a transpar\u00eancia sobre poss\u00edveis desigualdades no fluxo editorial; mudan\u00e7as nas normas da revista, que passaram a explicitar o compromisso com a diversidade de g\u00eanero e ra\u00e7a e a solicitar a autodeclara\u00e7\u00e3o dessas informa\u00e7\u00f5es no momento da submiss\u00e3o; a ado\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios de diversidade na organiza\u00e7\u00e3o de eventos acad\u00eamicos vinculados \u00e0 revista; e a busca por maior equil\u00edbrio de g\u00eanero no convite a pareceristas, sempre que poss\u00edvel, no processo de avalia\u00e7\u00e3o por pares. Essas iniciativas procuram enfrentar de forma mais estrutural as assimetrias ainda presentes na produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Enquanto a igualdade n\u00e3o for alcan\u00e7ada, e estabilizada, \u00e9 tarefa da comunidade cient\u00edfica que preza por uma ci\u00eancia inclusiva e potencialmente inovadora, seguir monitorando os problemas de diversidade. Em um contexto marcado tanto pelo aumento da press\u00e3o por produtividade quanto por preocupa\u00e7\u00f5es crescentes com a sa\u00fade mental de pesquisadores, torna-se necess\u00e1rio refletir sobre os arranjos institucionais que moldam a carreira acad\u00eamica. A promo\u00e7\u00e3o da equidade de g\u00eanero dificilmente resultar\u00e1 de escolhas individuais, mas de transforma\u00e7\u00f5es estruturais nas pol\u00edticas cient\u00edficas e nas institui\u00e7\u00f5es de pesquisa. Nesse sentido, iniciativas como programas de financiamento direcionados a mulheres cientistas, mecanismos de reconhecimento mais equitativos da produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e a\u00e7\u00f5es afirmativas na distribui\u00e7\u00e3o de oportunidades podem desempenhar papel importante para reduzir assimetrias persistentes e ampliar a diversidade na ci\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><b>Refer\u00eancias<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Schaefer, Bruno et al. \u201cEditorial: Transpar\u00eancia, Replicabilidade e Reprodutibilidade em DADOS\u201d. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">DADOS<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, 2026, no prelo.<\/span><\/p>\n<p><b>Textos no Blog de DADOS sobre g\u00eanero e ci\u00eancia\u00a0<\/b><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/mulheres-ciencia-aberta-desafios-editoria\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Meninas e mulheres na ci\u00eancia aberta: quatro desafios \u00e0 editoria cient\u00edfica<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/especial-8m-dia-internacional-da-mulher\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Especial 8 de mar\u00e7o: Dia Internacional da Mulher<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/desigualdade-de-genero-propostas-cnpq\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">O que podemos aprender sobre desigualdade de g\u00eanero a partir de 9.757 propostas submetidas ao edital Universal 10\/2023 do CNPQ?<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/dia-internacional-das-mulheres-4-acoes-em-prol-da-diversidade-em-dados\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Dia Internacional das Mulheres: 4 a\u00e7\u00f5es em prol da diversidade em DADOS<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/historia-de-mulheres-em-dados\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Breve hist\u00f3ria da autoria de mulheres em DADOS<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/o-8m-na-dados\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">O 8M na DADOS: um guia das publica\u00e7\u00f5es sobre g\u00eanero na revista<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/conservadorismo-mata-mulheres\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">O conservadorismo mata as mulheres?<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/segregacao-de-genero-ensino-superior\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">A segrega\u00e7\u00e3o de g\u00eanero no ensino superior brasileiro, 2002-2016<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/pandemia-cientifica-feminista\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Um tempo s\u00f3 para si: g\u00eanero, pandemia e uma pol\u00edtica cient\u00edfica feminista<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/pandemia-reduz-submissoes-de-mulheres\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Pandemia reduz submiss\u00f5es de artigos acad\u00eamicos assinados por mulheres<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/maes-nao-ganham-menos-porque-tem-filhos\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">M\u00e3es n\u00e3o ganham menos porque t\u00eam filhos<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">______<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-2795 aligncenter\" src=\"http:\/\/dados.iesp.uerj.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Dicionario-DADOS-12-300x99.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"99\" srcset=\"https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Dicionario-DADOS-12-300x99.png 300w, https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Dicionario-DADOS-12-1024x339.png 1024w, https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Dicionario-DADOS-12-768x254.png 768w, https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Dicionario-DADOS-12-1536x509.png 1536w, https:\/\/dados.iesp.uerj.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Dicionario-DADOS-12-2048x678.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Linha do tempo das mulheres em DADOS.<\/p>\n<p><b>1966<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: Desde sua primeira edi\u00e7\u00e3o, h\u00e1 mulheres entre os autores, com intelectuais renomadas como <\/span><b>Maria da Concei\u00e7\u00e3o Tavares<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><b>1970-1979<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: Na d\u00e9cada de 1970, os textos de grandes fundadoras das Ci\u00eancias Sociais e da Ci\u00eancia Pol\u00edtica foram publicados em DADOS. Entre eles temos textos importantes de <\/span><b>Eli Diniz<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (4 artigos no per\u00edodo), <\/span><b>Maria Regina Soares de Lima<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (1), <\/span><b>Elisa Reis<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (1), <\/span><b>Argelina Figueiredo<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (1) e <\/span><b>Neuma Aguiar<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (5). Somente <\/span><b>29%<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> das publica\u00e7\u00f5es do per\u00edodo s\u00e3o de mulheres.<\/span><\/p>\n<p><b>1980-1989<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: A porcentagem de mulheres ublicando na revista sobe para <\/span><b>37%<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> no per\u00edodo.<\/span><\/p>\n<p><b>1990-1999<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: O n\u00famero de mulheres publicadas cai 10 pontos percentuais, chegando a <\/span><b>27%<\/b><\/p>\n<p><b>2000-2009<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">:H\u00e1 um pequeno aumento no per\u00edodo, para <\/span><b>33%<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, mas ainda inferior \u00e0 d\u00e9cada de 1980.<\/span><\/p>\n<p><b>2010-2019<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: Nos anos 2010, h\u00e1 um aumento consider\u00e1vel, chegando a <\/span><b>42%<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> de mulheres publicadas na Revista.<\/span><\/p>\n<p><b>2020<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: <\/span><b>29%<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> de mulheres publicadas, representando uma queda consider\u00e1vel, provavelmente como resultado da pandemia.<\/span><\/p>\n<p><b>2021<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: <\/span><b>43%<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> de mulheres publicadas.<\/span><\/p>\n<p><b>2022<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: <\/span><b>33%<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> de mulheres publicadas.<\/span><\/p>\n<p><b>2023<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: <\/span><b>36%<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> de mulheres publicadas.<\/span><\/p>\n<p><b>2024<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: Pela primeira vez chegamos a<\/span><b> 50%<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> de mulheres publicadas.<\/span><\/p>\n<p><b>2025<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: O valor cai novamente para<\/span><b> 40%<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> de mulheres publicadas.<\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sorry, this entry is only available in Brazilian Portuguese. 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